Mensagem, meio, linguagem, destinatário. Se muda um, adapte os outros. Fácil, certo?

Verifica-se a dificuldade de as indústrias culturais designarem actualmente aquilo que se designou por top. Muito do que origina essa tendência vem explicado em duas obras que se aconselham vivamente, de alguma forma clássicos já, o “The Long Tail” e o “Wikinomics”, que abordam a nova economia da Internet.
Tomando como exemplo a indústria musical, uma das mais populares e convenientemente tomada como exemplo por Chris Anderson na sua obra, o que se passa actualmente é a maior indefinição possível quanto ao que “está a dar” e, salvo alguns trabalhos publicados e com sucesso de vendas nos escaparates das discotecas, muito à custa do marketing via Internet (MySpace, por exemplo), a realidade é que a oferta atinge agora picos de largura e profundidade, numa abrangência nunca antes vista e que atinge todos os nichos possíveis. E eles são muitos.
No que toca à música ligeira, essa gama é tão larga e profunda como os seus públicos, que não só são consumidores de música, como pertencem a verdadeiras tribos. A conversa com esses públicos torna-se diferente consoante se trate de “metal”, “dance”, “drum’n’bass”, “pop”, “avant-garde”, “emo”, etc. Como se tal não bastasse, a coisa vai ainda mais fundo. Falando, por exemplo, com um consumidor de “metal”, poderemos correr um risco de generalização, se não soubermos em que espécie de subgrupo este se revê e integra. Ele poderá andar pelos lados do “power-metal”, do “new-metal”, do “trash-metal”, ou ainda de coisas como o “grind” ou o “pós-industrial”. E não se pense que isto se passa apenas com o “metal” ou a música ligeira. Falemos de jazz e teremos, por exemplo, o progressivo ou o de fusão; falemos de música erudita e teremos a música de câmara ou a minimal repetitiva.

A oferta directa ao consumidor de todas as classes e tendências, directamente disponível a partir de um clique, e muitas das vezes sem recurso a intermediário, outras das vezes ainda de forma gratuita, vem a ditar uma revolução naquilo que considerávamos até agora ser o tal top. Se até agora existia uma relação oferta/procura que permitia o controlo da situação, a economia de abundância possibilitada pela oferta na Internet veio a alterar as regras do jogo.
Esta situação é tão mais visível quanto se observe o cartaz de concertos existente. Repara-se que apenas “consagrados” são capazes de dar um concerto por si mesmos, ao passo que todos os outros grupos são obrigados a pular de bar em bar e de festival em festival, sem que daí aufiram lucro monetário visível. Mas, até aqui, tudo está igual ao que era. Qual a diferença, então? A diferença reside no facto de os “consagrados” serem produtos de duas espécies: os que se tornaram “consagrados” nas gerações anteriores à actual e que continuam a “viver de rendimentos”; os que se tornaram “consagrados” para as gerações actuais por via da sua exposição mediática, mormente na Internet.
Quem tenha passado a adolescência por volta dos 80’s, lembrar-se-á decerto do início, em Portugal, dos “cultos”. Tínhamos, por exemplo, o punk tardio, ao mesmo tempo que chegavam aos escaparates os primeiros álbuns da “new-wave” e do “neo-romantismo”, a par dos “urbano-depressivos” (designação que sempre me divertiu muito). Não se tardaram a formar os grupos correspondentes, que trocavam entre si os discos e gravavam cassettes de forma compulsiva, sabendo de cor o alinhamento dos álbuns – não esquecer a importância do “lado” do disco – e os membros das bandas. Vestiam de formas diferentes, conforme o “culto” a que pertenciam: crista na cabeça, andrajos e correntes para os punks aficionados dos Black Flag, dos Exploited ou dos Dead Kennedys; calças largas de pregas, blusões de fecho lateral e penteado “de pala” para os neo-românticos aficionados dos Duran Duran, Spandau Ballet ou Classix Nouveaux; blaser e gola alta , escuros, para os “urbano-depressivos” fãs dos The Cure ou dos The Sound, isto para não falar em billies – nas versões “rockabilly e psichobilly” - , dos “freaks”, gente que andava pelos lados dos Velvet Underground ou de Frank Zappa, enfim, que gostava mais ou menos de tudo, desde que se fumasse umas ganzas, e outros que se adivinhavam aquando do aparecimento de coisas como os Joy Division e outras coisas da Factory e da “Madchester” e dos quais nunca cheguei a saber o nome.
E poderão perguntar, uma vez mais, qual a diferença em relação aos dias de hoje, uma vez que as coisas são ainda assim.
A diferença reside no carácter de durabilidade que determinado movimento trazia. Um punk poderia passar assim toda sua juventude pois a indústria haveria de alimentar a sua procura. Editaria álbuns que, mais ou menos punk, levariam com o rótulo e, assim, entrariam para os tops, quanto mais não fossem os “tops alternativos”, para aqueles que caíam no engano de dizer que não gostavam de música comercial. Hoje em dia, as modas e os cultos são efémeros, ao sabor do que “está a dar” e, o que está a dar, tanto pode ser “drum’n’bass” para um punk, como punk para um fã do metal, ao sabor das modas ditadas pela circulação e partilha no Myspace, Hi5, MSN, etc., e ao sabor das descargas de ficheiros gratuitos. Certo é que, actualmente, ninguém vende um disco que seja sem apresentar algumas faixas gratuitamente.
Outras coisas que marcam a diferença entre a economia anterior e a propulsionada pela Internet, no respeitante à música podem ser encontradas, por exemplo, na publicação vídeo e no o merchandising.

Mas a principal diferença entre a antiga economia e a nova economia de abundância que a Internet oferece reside em algo muito mais abrangente e profundo: a comunicação.
A comunicação actual, com o seu poderio tecnológico dos motores de busca e plataformas de gestão de conteúdos abertas à utilização pública possibilita a troca de informação e opinião, a troca e partilha de ficheiros e a disseminação instantânea de qualquer tipo de texto que se decida publicar. Neste contexto, situação privilegiada é a da interacção entre os comunicantes, que assume um aspecto de especial importância na aquisição de opinião acerca de determinado produto ou assunto e, ainda mais importante, define as tendências que, porque em tempo real e constante mudança, se tornam necessariamente efémeras, conforme se disse acima.
É por isso que considero o texto que a Joana Mil-Homens edita no “Do Fundo da Comunicação” de extrema importância. Simples e de fácil apreensão, não hesita dizer algumas coisas que são verdades inalienáveis, desde logo a começar pela frase inicial:
«Nos últimos anos, trabalhar no marketing é como aprender uma língua em constante mutação.»
Na realidade, a velocidade a que as novas ferramentas e canais surgem potencia esta avassaladora transformação da actividade de conversar. Permite a alavancagem do nicho, em detrimento do mainstream, de uma forma que nunca o “culto” conseguiu.
A conversa directa entre os agentes de comunicação e o público é uma realidade que merece uma observação atenta, especialmente no que à geração actual concerne.
Como bem nota a autora do artigo, «os novos meios só são adequados à mensagem que queremos passar e só são eficazes se usarem a linguagem apropriada ao meio e ao target», coisa que, sendo óbvia, carece de algum cuidado. Como é explicado logo de seguida, o que resulta em televisão, poderá não resultar em blogues ou em diversos canais de media social, pelo facto de o espectador de televisão ser passivo, ao passo que o público dos restantes canais referidos é activo.

«A Internet tem a grande vantagem de ser um meio de comunicação directo com o consumidor. Aqui não há jornalistas nem intermediários. Se vai falar com os jovens, aprenda a língua deles. (…) A forma de alcançar as mentes voláteis dos mais jovens é fugir dos formatos fechados»
Acerca destes aspectos, gostaria de começar por remeter para alguns artigos que considero dignos de leitura e discussão: “Comunidades Online: Análise ao Estudo ‘Tribalization Of Business’”, do Bruno Ribeiro que, a par destes, está a desenvolver um excelente trabalho acerca de blogues corporativos.
A prática das actividades de Comunicação Empresarial em formas interactivas e participativas não estão isentas de discussão em torno dos seus perigos e benefícios. É precisamente a interactividade que provoca essa discussão, nomeadamente no que se refere ao controlo das reacções aos artigos publicados e à forma como a corporação deve participar e interagir com a restante comunidade online.
No entanto, considerando essa prática de comunicação interactiva e participativa, existe algo a que não podemos subtrair-nos, que é a capacidade de comunicar eficazmente e de forma facilmente compreensível pelos destinatários.
As páginas web das corporações funcionam mais ou menos como a televisão – pelo menos as que ficaram “lá atrás”, na web 1.0 -, isto é, o publico que a elas acede é passivo e, na melhor das hipóteses, tem direito a fazer um ou outro comentário numa caixa de visitas ou a aceder a um endereço de e-mail. Conforme nos diz a Joana Mil-Homens, é necessário fugir a esses formatos fechados, por forma a que os utilizadores das cada vez mais ferramentas de troca e partilha de informação possam “vestir a camisola”, mediante a formação de comunidades em torno da marca, produto ou serviço que pretendemos colocar ou diferenciar.
Assim, em conjunto com a página corporativa na web, onde são expostas a visão, a missão, os objectivos, a estratégia e demais notícias para os diversos públicos, a organização deve potenciar a conversa mediante recurso a blogues corporativos, redes sociais, fóruns e, muito importante, interagir no espaço exterior, isto é, visitar e conversar nos blogues e fóruns de outros.
Para que tal seja possível, é de extrema importância a colocação de mensagens que obedeçam às “regras gramaticais” e ao léxico desses públicos. No caso dos jovens, como diz a autora do artigo, «(…) não comunicará com a Geração Google se usar vocabulário que não encontramos em SMS.»
A par desta conclusão simples, existe uma complexidade que exige reflexão.
Por um lado, a exigência de uma estratégia de SEO e SMO. Por outro, a responsabilidade social inerente à forma da mensagem, isto é, até que ponto a organização se deve sentir responsável pelo papel educativo dos jovens. Por fim, a imagem da organização enquanto capaz de efectivamente compreender as atitudes dos jovens, sem cair no ridículo – coisa que se vê um pouco por aí.
Mas isso ficará para depois.
Por agora, termino com um belo parágrafo que sintetiza tudo isto, ainda da responsabilidade da Joana Mil-Homens:
«Sobreviver aos novos meios é simples. Lembre-se do B-Á-BÁ da comunicação. Mensagem, meio, linguagem, destinatário. Se muda um, adapte os outros. Fácil, certo?»

Durante décadas, a Nike entregou quase toda a sua produção a fábricas em mercados em vias de desenvolvimento, mas isso era feito por todas as outras grandes companhias. Porque era a Nike tão criticada?
A resposta era a sua marca. Na nova era do activismo de marcas, as antigas forças tornavam-se vulnerabilidades.
À medida que as histórias originadas na blogosfera começam a penetrar as revistas e jornais, os benefícios do desenvolvimento de relações com os bloggers continuam a crescer.
Prémio de referência no sector, organizado anualmente pelo jornal briefing.
O resultado do escrutínio histórico de tão controversa figura depende da forma como ele irá actuar de hoje em diante. Até lá, «Good bye Mr. Gates. See you around.»
Torna-se muito mais importante estabelecer parâmetros que permitam, não dizer ao público o que pensar mas, sobretudo, dizer-lhes no que pensar.
Deve ou não anunciar-se publicamente a morte de alguém antes de notificar os familiares?
Hilariante.
via brief do lombo

A possibilidade de as marcas registarem os seus nomes como domínios de internet, em vez do habitual .com.
A dança das cadeiras acaba assim, com uma revista sem cargo de director, coisa obrigatória à vista da Lei da Imprensa.
Estaria Berlusconi, uma vez casado e não divorciado, puro de coração? Cá por mim, duvido.
Uma hiperligação é muito parecida com uma sinapse no cérebro. Ambos trabalham estabelecendo ligações entre terminais.
Vou beber uma Cristal e esperar que a Shiza engravide de um rolo de chocolate.
Durante décadas, a Nike entregou quase toda a sua produção a fábricas em mercados em vias de desenvolvimento, mas isso era feito por todas as outras grandes companhias. Porque era a Nike tão criticada?
A resposta era a sua marca. Na nova era do activismo de marcas, as antigas forças tornavam-se vulnerabilidades.

Tradução de artigo de Mark Ritson
Na edição de 1992 da Harpers Magazine era apresentado um duo improvável. De um lado, o fenómeno desportivo chamado Michael Jordan. Do outro, um jovem trabalhador indonésio chamado Sadisah.
O artigo revelava que Sadisah ganhava 14 cêntimos por hora fabricando sapatos desportivos Nike. Após ter trabalhado seis dias por semana, 10 horas diárias por mês, Sadisah ganhou dinheiro suficiente para comprar um único sapato Nike ao preço de venda a público nos Estados Unidos. O artigo afirmava ainda que Sadisah teria de trabalhar mais de 44.000 anos para ganhar tanto quanto Jordan tinha contratado com a Nike no seu negócio de representação.
O capítulo mais negro da história da Nike e uma nova era na gestão de marca tinham começado. Durante os cinco anos seguintes, a Nike experimentou uma remarcável negatividade da parte do público. Relatórios críticos apareciam em publicações tão diversas como o The Economist ou a Rolling Stone, e organizações como a Oxfam e a Christian Aid juntaram-se a elas.
Em todo o mundo, a abertura das lojas Nike Town tornaram-se em tensos, por vezes violentos confrontos entre manifestantes e polícia. Nos campus universitários dos EUA, estudantes protestaram contra as ligações da Nike a condições de trabalho escravo e forçaram as suas equipas desportivas a acabar com lucrativos contratos de patrocínio com a agora famigerada marca de equipamento desportivo. A Internet estava pejada de sites anti-Nike, muitos deles apresentando versões inteligentemente alteradas da identidade Nike, como o “Swooshtika“, e slogans como “Nike: Just Don’t“. Como observou o então CEO Phil Knight em 1998, a marca tinha-se tornado num «sinónimo de vencimentos esclavagistas, trabalho extra forçado e abusos arbitrários».
Durante décadas, a Nike entregou quase toda a sua produção a fábricas em mercados em vias de desenvolvimento, mas isso era feito por todas as outras grandes companhias. Porque era a Nike tão criticada?
A resposta era a sua marca. A Nike era a líder incontestada e a companhia com o maior grau de reconhecimento da marca no mercado global. Tinha também o bem conhecido e influente fundador Phil Knight, o sexto homem mais rico dos Estados Unidos. Por fim, havia o marcadamente foco da Nike na arquitectura e identidade de marca: tudo o que era por ela fabricado ostentava o icónico “Swoosh“. Ao mesmo tempo que estes elementos eram vantagens estratégicas para o desenvolvimento da marca, tornavam-se razões para os activistas e os jornalistas a diferenciarem. Na nova era do activismo de marcas, as antigas forças tornavam-se vulnerabilidades.
Inicialmente, a resposta da Nike tratou-se de um livro de exemplos acerca de como tratar a Responsabilidade Social Corporativa (RSC). No documentário “The Big One“ de 1997, Michael Moore levantava a questão da utilização de trabalhadores infantis a um desconfortável Phil Knight. “Tell it to the United Nations” foi a sua resposta.
Em 1998, Knight annunciou um plano radical de seis pontos no qual se veria a Nike a introduzir monitorização independente, a aumentar a idade mínima para trabalhar, e a estabelecer metas formais de melhoria de condições dos trabalhadores em fábricas contratadas além-mar. Um enorme departamento de RSC foi criado, reportando directamente a Knight. A Nike começou também a trabalhar com alguns dos seus críticos mais veementes.
Em 2005 assistia-se à publicação do segunto Relatório de Responsabilidade Social Corporativa da Nike. Este documento é digno de nota pois, pela primeira vez, uma marca global de produção de vestuário reveleva todas os locais de produção, o estado das políticas laborais nesses locais e a forma sistemática com que pretendia melhorar as práticas de emprego dos seus fornecedores.
Para as companhias britânicas que, por lei, são obrigadas a produzir um Relatório Financeiro e Operacional que inclui material relativo à RSC, era obrigatório lê-lo. Para aqueles que acreditam que as marcas podem absolver-se com decência e transparência na economia global, este é um trabalho de grande importância.
- O relatório de 108 páginas da Nike relativo ao ano fiscal de 2004 inclui uma auditoria a cerca de 630.000 trabalhadores, em mais de 700 fábricas contratadas.
- A companhia criou o sistema M-Audit para obter uma visão mais clara das condições de trabalho nessas fábricas, focando processos de fabrico e políticas de trabalho, bem como a visão dos trabalhadores acerca destas.
- Os auditores da Nike formados localmente levam cerca de 48 horas em cada M-Audit. Cada local é então classificado numa escala de A a D, dependente da sua performance global.
- Das fábricas auditadas durante o ano de 2004, 15% foram classificadas A, 17% obtiveram um grau C e 8% ficaram-se pela classificação D, indicando sérias falhas, tais como trabalhadores sem a idade mínima requerida, pagamentos abaixo do salário mínimo legal ou condições de trabalho perigosas. As restantes 16% não foram classificadas por informação insuficiente.
A Saatchi & Saatchi recebeu os parabéns de todos pelo Leão de ouro ganho em Cannes, menos do seu cliente.
Uma rampa, não para lançar o BMW 135 NA América, mas para lançar o BMW 135 PARA a América.
Os melhores lugares para compra de anúncios online e os sites que os públicos-alvo visitam.
O deíctico está lançado com leitura por e-mail e telefone móvel ou pda.
“Do You Believe In The Westworld?”
À medida que as histórias originadas na blogosfera começam a penetrar as revistas e jornais, os benefícios do desenvolvimento de relações com os bloggers continuam a crescer.

No seu relatório, a Cision fornece números que demonstram claramente a influência crescente dos blogues nos media mainstream. Um estudo das vinte publicações de topo dos EUA demonstra que no decurso dos últimos cinco anos o número de citações de blogues e bloggers aumentou cerca de 16 vezes. No período de um ano, terminado a 30 de Junho de 2008, as menções de blogues ou bloggers ascendeu às 16.066, enquanto que em 2004 se tinham verificado apenas 795 vezes e em 2005 se puderam contar 2.179 menções do tipo.
«Este espectacular crescimento na influência dos blogues magnifica a importância da utilização de bom senso quando se contacta bloggers», afirma Peter Granat, vice-presidente executivo da Cision. «Conhecer o blogger e a sua especialidade é o elemento crítico para o sucesso de uma campanha de relações com a blogosfera. Enquanto muitos blogues são bastante visíveis por mérito próprio, a crescente influência junto dos media mainstream aumenta a sua importância.»
Um outro estudo confirma o crescente alcance dos blogues. A Brodeur Partners, empresa de comunicação e relações públicas, numa pesquisa realizada em Janeiro chegou à conclusão de que 57 por cento dos 178 jornalistas contactados declararam ler blogues pelo menos duas ou três vezes por semana, enquanto 18 por cento afirmam usar pelo menos uma hora diária na leitura de blogues. A pesquisa da PRWeek / PR Newswire Media Survey revela que quase 40 por cento dos jornalistas participantes utilizam os blogues para encontrar tópicos, 30 por cento deles utilizam-nos para encontrar especialistas e perto de 58 por cento utilizam os blogues para aferir sentimento.
«À medida que as histórias originadas na blogosfera começam a penetrar as revistas e jornais, os benefícios do desenvolvimento de relações com os bloggers continuam a crescer», diz Granat.
As publicações abrangidas pelo estudo da Cision são: Arizona Republic, BusinessWeek, Chicago Tribune, Cosmopolitan, Dallas Morning News, Entertainment Weekly, Esquire, Financial Times, Houston Chronicle, InStyle, Los Angeles Times, Money, Newsweek, New York Times, People, Time, USA Today, Vanity Fair, Wall Street Journal e Washington Post